Archive for the ‘Formação’ Category
-
08.10.10
FNQ investe em ensino à distância
A Fundação Nacional da Qualidade desenvolveu cursos à distância visando sensibilizar as pessoas sobre a importância da excelência da gestão. Segundo Eduardo Augusto Silva Araújo, responsável pelo desenvolvimento de cursos à distância na FNQ, estes cursos tratam dos fundamentos das atividades da entidade, permitindo que os interessados compreendam melhor o universo da excelência na gestão. Os cursos à distância promovidos pela FNQ têm o suporte da Didáxis, empresa do segmento de ensino à distância. Veja no vídeo abaixo o primeiro trecho da entrevista com Araújo.
-
Segundo Araújo, os cursos à distância promovidos pela FNQ em parceria com a Didáxis ajudam a qualificar melhor as pessoas que procuram os cursos presenciais, para a formação de examinadores dos programas de excelência da FNQ. Desde que foram criados, os cursos à distância estão ajudando a preparar melhor as pessoas para o curso presencial:
“Atualmente, os cursos à distância são obrigatórios para todos os que querem fazer os cursos presenciais, pois isso permite às pessoas um melhor aproveitamento”, explica.
Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista com Araújo, da FNQ.
-
08.10.10
Parceria com a Didáxis
Segundo Araújo, a parceria com a Didáxis viabilizou a criação dos cursos à distância, atendendo várias necessidades da FNQ:
“A Didáxis veio à FNQ e nos propôs este modelo de atuação, que tem se revelado um grande sucesso. A prova disso é que estamos pensando no futuro dessa operação em conjunto com a empresa”, explica.
Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista.
-
02.15.10
Mudança pessoal
A reflexão proposta pelo curso de Gestão da Comunicação da ECA-USP traz como principal resultado uma profunda transformação pessoal dos profissionais de comunicação, que passam a compreender com muito mais profundidade o universo onde estão inseridos e a razão de ser de práticas comunicacionais que buscam transformar os indivíduos em meros “receptores” de conteúdo. A grande mudança provocada pelo curso está na transformação das pessoas, capacitando-as para uma compreensão mais profunda do mundo e, portanto, dando a elas condições de agir de modo mais consciente e até sustentável.
Veja no vídeo abaixo o depoimento da aluna Patrícia Lanzone, sobre as transformações que o curso promoveu em sua vida profissional. -
02.15.10
Foco na mudança da realidade
O curso Gestão da Comunicação promove nos alunos a prática da intervenção na realidade por meio de um projeto que o aluno desenvolve durante o curso todo e apresenta ao seu final. Esta prática evidencia como a comunicação, em sua forma mais abrangente, tem caráter estruturante das organizações, estejam elas no setor público ou privado. Veja no vídeo abaixo mais depoimentos de professores e alunos, inclusive sobre alguns projetos desenvolvidos.
-
Segundo Costa, o curso de especialização lato sensu da ECA-USP de Gestão da Comunicação tem por objetivo formar profissionais capazes de atuar no campo da comunicação de maneira integrada, principalmente em função do fato de que a realidade exige a formação de profissionais que estejam acima dos universos fragmentados da publicidade, das relações públicas e do jornalismo:
“Várias pesquisas com jornalistas mostram que muitos se pautam por blogs que são produzidos por não-jornalistas. Em muitos sentidos, a atividade de um repórter em um jornal é pautada ou até regulada pelo fluxo da publicidade no veículo, que termina por promover certos temas e até censurar outros. O assessor de imprensa, que atua no sentido de promover as empresas ou entidades que o remuneram, pode até ser visto como o outro lado da moeda da publicidade, uma vez que ele complementa atividades de promoção de produtos, serviços, empresas e organizações. A realidade cotidiana da atividade de jornalistas, publicitários e relações públicas mostra que estes universos estão mais integrados do que se imagina, daí porque é preciso pensar na formação de profissionais que compreendam essa integração e os riscos que essa integração traz para a sociedade”, adverte.
Veja no vídeo abaixo mais um trecho dos depoimentos de professores e alunos. -
“As faculdades de jornalista formam milhares de profissionais que vão atuar tanto em veículos de comunicação quanto em assessorias de imprensa que, em muitos sentidos, atuam mais como agências de publicidade. Há os que se formam em relações públicas e vão atuar em mídias online, promovendo sites empresariais ou de organizações de terceiro setor. E uma grande quantidade de publicitários recém-formados vão trabalhar em atividades de atendimento direto ao consumidor, via centrais de tele-marketing. As fronteiras que antes delineavam essas esferas de atividades estão desaparecendo, o que aponta para a necessidade de se pensar a comunicação de forma mais abrangente, inclusive e principalmente a partir das questões teóricas”, explica Costa.
Veja no vídeo baixo mais um trecho de depoimentos de professores e alunos do curso.
-
01.28.10
É possível fabricar líderes?
Vários cursos executivos ou que se intitulam de “coaching” prometem “formar líderes” ou desenvolver “competências de liderança nas pessoas”. Muitos jovens buscam esses cursos com a crença de que a liderança, o espírito do líder, é algo que pode ser aprendido por meio de fórmulas de atitude e comportamento, assim como quem faz um bolo.
Segundo a Professora Adriana Gomes, autora do artigo “A ambição de ser líder”, publicado na Revista Profissional e Negócios deste mês, para muitas empresas o “líder” deveria ter competências tão amplas e abrangentes que só poderiam ser encontradas em algo assim como um “super-humano”. Ela, que também é autora do livro “Mudança de Carreira e Transformação da Identidade”, alerta que a visão de que é possível “fabricar” líderes é perigosa e leva a muita frustração, gerando uma enormidade de profissionais insatisfeitos consigo próprios e com suas vidas profissionais.
Nesta sequencia de vídeo, aí em baixo, você vê trechos da entrevista realizada com a Professora Adriana Gomes pelo Educa Blog. Para saber mais sobre o trabalho dela, acesse o site Vida e Carreira aqui. Se você não consegue ver os vídeos é porque a rede de onde você está acessando este conteúdo bloqueia o Youtube. Tente ver de sua casa ou de uma lan house.
Há momentos em que uma pessoa assume um papel de liderança em determinada situação e há momentos em que essa mesma pessoa tenderá a seguir outras. Esse comportamento, essencialmente humano, mostra que há um fenômeno como o da liderança situacional, que surge em função de determinadas situações de trabalho, que é pouco analisado por cursos que buscam “formatar” líderes. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista com a Professora Adriana Gomes.
Mudanças de carreira radicais explicam-se, em parte, em função do fato de que as pessoas estão menos dispostas a aceitar frustrações nos dias de hoje. Nesse sentido, acredita Adriana, esse tipo de atitude está relacionada às novas formas de identidade que a sociedade da informação vem difundindo. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista. Este é o tema que ela debate em seu livro “Mudança de carreira e transformação da identidade”, resultado de uma pesquisa para mestrado.
Os jovens que chegam ao mercado de trabalho e que compõem a chamada Geração Y têm um modo diferente de ver o mundo: tudo tem que ser rápido, as respostas têm que ser rápidas, daí porque essas pessoas têm expectativas de rápida ascensão de carreira, o que é algo que, de modo geral, não se configura, o que pode levar a frustrações.
É alto o índice de abandono de cursos universitários, inclusive em universidades públicas (gratuitas). Segundo Adriana Gomes, isso se deve a vários fatores. Embora exista muita informação, as pessoas sabem cada vez menos sobre os cursos no mercado. Há ainda uma grande procura pelos cursos mais tradicionais como Direito, Medicina, Engenharia, em função do fato de que as escolas não informam adequadamente sobre os cursos novos e as famílias ainda acreditam que os cursos tradicionais são os mais seguros em relação a segurança e estabilidade profissional. Veja mais um trecho da entrevista no vídeo abaixo.
Autoconhecimento é cada vez mais importante para os profissionais que buscam carreiras de sucesso. As pessoas raramente param para refletir sobre si mesmas e não sabem o que faz sentido para si próprias não só no trabalho, mas na vida. Muitas se deixam levar por opiniões de terceiros, mas desconhecem seus próprios desejos e valores. Veja no vídeo abaixo a opinião da Professora Adriana Gomes sobre o assunto.
Atividades como o mentoring, por exemplo, integradas à cultura japonesa, são pouco utilizadas em países como Estados Unidos e Brasil, que não valorizam os profissionais mais velhos. Esta prática ajudaria em processos de autoconhecimento, levando os jovens a encontrar um caminho nas empresas. Esse tipo de atividade, praticada em empresas como Toyota, por exemplo, podem explicar a ascensão dessas companhias no mundo. Veja no vídeo a seguir o trecho final da entrevista com a Professora Adriana Gomes ao Educa Blog.
-
12.15.09
As empresas têm pressa
O baixo índice de qualificação dos trabalhadores brasileiros, resultado dos precários investimentos governamentais em educação ao longo de décadas, levou as empresas a investirem em ações educacionais, visando preparar e qualificar melhor os empregados. Neste vídeo, Leyla Nascimento, Presidente da ABRH-RJ, que assume a ABRH-Nacional em janeiro, explica as conclusões do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas de 2009, evidenciando a enorme preocupação das empresas com a qualificação de pessoal.
Essa informação é importante porque mostra que você pode tentar negociar com a área de RH de sua empresa um ajuda para se aprimorar em cursos de graduação, pós-graduação ou especialização. Pense nisso! Buscar essa ajuda pode viabilizar o curso de seu interesse e mostrar à empresa que você está interessado em crescer. Por outro lado, se a empresa não estiver disposta a ajudar, você já terá um claro sinal sobre suas chances de futuro nessa organização.
-
12.15.09
Para mim ou para a empresa?
Muitas pessoas pensam o curso profissional ideal para um momento profissional e para uma determinada empresa. Mas passados alguns anos descobrem que a empresa fechou, as demitiu ou colocou um estagiário mal remunerado em seus lugares. Nessa questão é fundamental que você pense a longo prazo e, principalmente, em você e não na empresa onde você atua. É claro que pode haver, sempre, um equilíbrio de interesses, mas nessa decisão deve pesar, preferencialmente, o que você planeja para seu futuro. Aliás, você tem planos para o futuro? É importante tê-los.
Veja no vídeo abaixo um depoimento da aluna Patrícia Lanzone, que concluiu uma especialização em Gestão da Comunicação, na ECA-USP. Neste depoimento ela evidencia que embora tenha começado o curso pensando na sua atuação na empresa, ela chegou ao fim descobrindo que o curso foi fundamental para ela, enquanto pessoa, ser humano e indivíduo. Pense nisso na hora de escolher um curso profissional.
