Archive for the ‘EAESP’ Category

  1. Mas quem banca o curso profissional do empregado: as empresas ou o próprio interessado? Também aqui aconteceram mudanças importantes. Segundo a Professora Fleury, cursos fechados, os chamados “in company”, são geralmente financiados pelas empresas, que definem os conteúdos a serem ministrados. Já os cursos que os próprios profissionais escolhem, estes são pagos pelos próprios executivos ou interessados. Isso mostra que as empresas estão dirigindo muito mais os investimentos nessa área, evitando que seus profissionais decidam o que querem estudar às suas custas. Veja no vídeo abaixo uma análise da Professora Fleury sobre este tema.

     

     

    Implicações – Essa constatação tem implicações importantes para as pessoas que trabalham. As empresas querem preparar as pessoas em determinadas habilidades e competências, determinando cursos que, algumas vezes, podem não ter a ver com o seu perfil individual. Lembre-se de que a ideia de que vamos trabalhar em uma empresa o resto de nossas vidas é falsa, de modo que seria ideal você decidir o que quer estudar e não a empresa onde você atua.

  2. As mudanças econômicas vivenciadas pelo Brasil a partir dos anos 90, com a abertura de mercados, levou a um “boom” da educação executiva no país. A análise é de Maria Tereza Fleury, Diretora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. “As empresas precisavam de novos gestores para atender as mudanças no contexto produtivo, o que elevou a demanda por formação e educação executiva”, assinala. Segundo Fleury, as mudanças na economia provocaram um aumento da competitividade entre as empresas, o que tornou necessária uma melhor preparação do executivos. Veja no vídeo abaixo um trecho da entrevista com a Professora Fleury, que participou do CONARH 2009.

    Você está preparado? – Para você, que busca um curso profissional, essa avaliação é muito importante, porque mostra que as empresas, de modo geral, buscam pessoas mais qualificadas, mais preparadas, mais antenadas com as mudanças sociais, econômicas e políticas que experimentamos hoje. Se você tinha dúvidas sobre a importância de um curso profissional, a avaliação da Professora Fleury mostra que ter uma graduação, um curso técnico, uma especialização ou até mesmo um mestrado e doutorado são garantias importantes de empregabilidade.