Archive for the ‘Educação Executiva’ Category

  1. A Fundação Nacional da Qualidade desenvolveu cursos à distância visando sensibilizar as pessoas sobre a importância da excelência da gestão. Segundo Eduardo Augusto Silva Araújo, responsável pelo desenvolvimento de cursos à distância na FNQ, estes cursos tratam dos fundamentos das atividades da entidade, permitindo que os interessados compreendam melhor o universo da excelência na gestão. Os cursos à distância promovidos pela FNQ têm o suporte da Didáxis, empresa do segmento de ensino à distância. Veja no vídeo abaixo o primeiro trecho da entrevista com Araújo.

  2. Segundo Araújo, os cursos à distância promovidos pela FNQ em parceria com a Didáxis ajudam a qualificar melhor as pessoas que procuram os cursos presenciais, para a formação de examinadores dos programas de excelência da FNQ. Desde que foram criados, os cursos à distância estão ajudando a preparar melhor as pessoas para o curso presencial:

    Atualmente, os cursos à distância são obrigatórios para todos os que querem fazer os cursos presenciais, pois isso permite às pessoas um melhor aproveitamento”, explica.

    Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista com Araújo, da FNQ.

  3. Segundo Araújo, a FNQ desenvolveu um curso de excelência em gestão voltado para pequenas e médias empresas, em parceria com o SEBRAE: “Queremos mostrar que a excelência em gestão não se aplica somente a grandes empresas, mas a todos os empresários, sejam eles pequenos ou médios”, explica. Araújo assinala que ainda este ano o curso voltado para pequenas e médias empresas entrará no ar no site do SEBRAE.

    De acordo com Araújo, a preocupação com excelência não diz respeito somente a empresas, mas também a entidades e corporações como Polícia Militar e Exército: “Esse é um assunto que nunca foi de exclusividade de empresas privadas”, comenta.

    Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista com Araújo.

  4. Segundo Araújo, o modelo de excelência da FNQ permite que as empresas consigam gerenciar, de modo global, todos os aspectos importantes para o desenvolvimento dos negócios.

    As empresas conseguem atuar em cada um dos critérios de excelência, melhorando suas atividades significativamente”, explica.

    Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista.

  5. Segundo Araújo, a parceria com a Didáxis viabilizou a criação dos cursos à distância, atendendo várias necessidades da FNQ:

    A Didáxis veio à FNQ e nos propôs este modelo de atuação, que tem se revelado um grande sucesso. A prova disso é que estamos pensando no futuro dessa operação em conjunto com a empresa”, explica.

    Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista.

  6. Segundo Araújo, da FNQ, o ensino à distância é uma tendência. “Percebemos várias empresas oferecendo essa modalidade de educação a seus clientes. Hoje, com a melhoria da banda larga, conseguimos utilizar muitos recursos para esse tipo de atividade. Para a FNQ, essa acessibilidade nos ajuda a atingir um número cada vez maior de pessoas em menos tempo”, explica. Veja no vídeo abaixo o último trecho da entrevista.

  7. Vários cursos executivos ou que se intitulam de “coaching” prometem “formar líderes” ou desenvolver “competências de liderança nas pessoas”. Muitos jovens buscam esses cursos com a crença de que a liderança, o espírito do líder, é algo que pode ser aprendido por meio de fórmulas de atitude e comportamento, assim como quem faz um bolo.

    Segundo a Professora Adriana Gomes, autora do artigo “A ambição de ser líder”, publicado na Revista Profissional e Negócios deste mês, para muitas empresas o “líder” deveria ter competências tão amplas e abrangentes que só poderiam ser encontradas em algo assim como um “super-humano”. Ela, que também é autora do livro “Mudança de Carreira e Transformação da Identidade”, alerta que a visão de que é possível “fabricar” líderes é perigosa e leva a muita frustração, gerando uma enormidade de profissionais insatisfeitos consigo próprios e com suas vidas profissionais.

    Nesta sequencia de vídeo, aí em baixo, você vê trechos da entrevista realizada com a Professora Adriana Gomes pelo Educa Blog. Para saber mais sobre o trabalho dela, acesse o site Vida e Carreira aqui. Se você não consegue ver os vídeos é porque a rede de onde você está acessando este conteúdo bloqueia o Youtube. Tente ver de sua casa ou de uma lan house.

     

    Há momentos em que uma pessoa assume um papel de liderança em determinada situação e há momentos em que essa mesma pessoa tenderá a seguir outras. Esse comportamento, essencialmente humano, mostra que há um fenômeno como o da liderança situacional, que surge em função de determinadas situações de trabalho, que é pouco analisado por cursos que buscam “formatar” líderes. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista com a Professora Adriana Gomes.

    Mudanças de carreira radicais explicam-se, em parte, em função do fato de que as pessoas estão menos dispostas a aceitar frustrações nos dias de hoje. Nesse sentido, acredita Adriana, esse tipo de atitude está relacionada às novas formas de identidade que a sociedade da informação vem difundindo. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista. Este é o tema que ela debate em seu livro “Mudança de carreira e transformação da identidade”, resultado de uma pesquisa para mestrado.

    Os jovens que chegam ao mercado de trabalho e que compõem a chamada Geração Y têm um modo diferente de ver o mundo: tudo tem que ser rápido, as respostas têm que ser rápidas, daí porque essas pessoas têm expectativas de rápida ascensão de carreira, o que é algo que, de modo geral, não se configura, o que pode levar a frustrações.

    É alto o índice de abandono de cursos universitários, inclusive em universidades públicas (gratuitas). Segundo Adriana Gomes, isso se deve a vários fatores. Embora exista muita informação, as pessoas sabem cada vez menos sobre os cursos no mercado. Há ainda uma grande procura pelos cursos mais tradicionais como Direito, Medicina, Engenharia, em função do fato de que as escolas não informam adequadamente sobre os cursos novos e as famílias ainda acreditam que os cursos tradicionais são os mais seguros em relação a segurança e estabilidade profissional. Veja mais um trecho da entrevista no vídeo abaixo.

    Autoconhecimento é cada vez mais importante para os profissionais que buscam carreiras de sucesso. As pessoas raramente param para refletir sobre si mesmas e não sabem o que faz sentido para si próprias não só no trabalho, mas na vida. Muitas se deixam levar por opiniões de terceiros, mas desconhecem seus próprios desejos e valores. Veja no vídeo abaixo a opinião da Professora Adriana Gomes sobre o assunto.

    Atividades como o mentoring, por exemplo, integradas à cultura japonesa, são pouco utilizadas em países como Estados Unidos e Brasil, que não valorizam os profissionais mais velhos. Esta prática ajudaria em processos de autoconhecimento, levando os jovens a encontrar um caminho nas empresas. Esse tipo de atividade, praticada em empresas como Toyota, por exemplo, podem explicar a ascensão dessas companhias no mundo. Veja no vídeo a seguir o trecho final da entrevista com a Professora Adriana Gomes ao Educa Blog.

  8. 12.15.09

    As empresas têm pressa

    O baixo índice de qualificação dos trabalhadores brasileiros, resultado dos precários investimentos governamentais em educação ao longo de décadas, levou as empresas a investirem em ações educacionais, visando preparar e qualificar melhor os empregados. Neste vídeo, Leyla Nascimento, Presidente da ABRH-RJ, que assume a ABRH-Nacional em janeiro, explica as conclusões do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas de 2009, evidenciando a enorme preocupação das empresas com a qualificação de pessoal.

     Essa informação é importante porque mostra que você pode tentar negociar com a área de RH de sua empresa um ajuda para se aprimorar em cursos de graduação, pós-graduação ou especialização. Pense nisso! Buscar essa ajuda pode viabilizar o curso de seu interesse e mostrar à empresa que você está interessado em crescer. Por outro lado, se a empresa não estiver disposta a ajudar, você já terá um claro sinal sobre suas chances de futuro nessa organização. 

  9. Muitas pessoas pensam o curso profissional ideal para um momento profissional e para uma determinada empresa. Mas passados alguns anos descobrem que a empresa fechou, as demitiu ou colocou um estagiário mal remunerado em seus lugares. Nessa questão é fundamental que você pense a longo prazo e, principalmente, em você e não na empresa onde você atua. É claro que pode haver, sempre, um equilíbrio de interesses, mas nessa decisão deve pesar, preferencialmente, o que você planeja para seu futuro. Aliás, você tem planos para o futuro? É importante tê-los.

    Veja no vídeo abaixo um depoimento da aluna Patrícia Lanzone, que concluiu uma especialização em Gestão da Comunicação, na ECA-USP. Neste depoimento ela evidencia que embora tenha começado o curso pensando na sua atuação na empresa, ela chegou ao fim descobrindo que o curso foi fundamental para ela, enquanto pessoa, ser humano e indivíduo. Pense nisso na hora de escolher um curso profissional.

     

  10. Mas quem banca o curso profissional do empregado: as empresas ou o próprio interessado? Também aqui aconteceram mudanças importantes. Segundo a Professora Fleury, cursos fechados, os chamados “in company”, são geralmente financiados pelas empresas, que definem os conteúdos a serem ministrados. Já os cursos que os próprios profissionais escolhem, estes são pagos pelos próprios executivos ou interessados. Isso mostra que as empresas estão dirigindo muito mais os investimentos nessa área, evitando que seus profissionais decidam o que querem estudar às suas custas. Veja no vídeo abaixo uma análise da Professora Fleury sobre este tema.

     

     

    Implicações – Essa constatação tem implicações importantes para as pessoas que trabalham. As empresas querem preparar as pessoas em determinadas habilidades e competências, determinando cursos que, algumas vezes, podem não ter a ver com o seu perfil individual. Lembre-se de que a ideia de que vamos trabalhar em uma empresa o resto de nossas vidas é falsa, de modo que seria ideal você decidir o que quer estudar e não a empresa onde você atua.