28 jan
Posted by Comunicação as Coaching, Criatividade, ESPM, Educa Blog, Educação Executiva, Formação, Liderança, Líder, Vida e Carreira | 0 Comments
Vários cursos executivos ou que se intitulam de “coaching” prometem “formar líderes” ou desenvolver “competências de liderança nas pessoas”. Muitos jovens buscam esses cursos com a crença de que a liderança, o espírito do líder, é algo que pode ser aprendido por meio de fórmulas de atitude e comportamento, assim como quem faz um bolo.
Segundo a Professora Adriana Gomes, autora do artigo “A ambição de ser líder”, publicado na Revista Profissional e Negócios deste mês, para muitas empresas o “líder” deveria ter competências tão amplas e abrangentes que só poderiam ser encontradas em algo assim como um “super-humano”. Ela, que também é autora do livro “Mudança de Carreira e Transformação da Identidade”, alerta que a visão de que é possível “fabricar” líderes é perigosa e leva a muita frustração, gerando uma enormidade de profissionais insatisfeitos consigo próprios e com suas vidas profissionais.
Nesta sequencia de vídeo, aí em baixo, você vê trechos da entrevista realizada com a Professora Adriana Gomes pelo Educa Blog. Para saber mais sobre o trabalho dela, acesse o site Vida e Carreira aqui. Se você não consegue ver os vídeos é porque a rede de onde você está acessando este conteúdo bloqueia o Youtube. Tente ver de sua casa ou de uma lan house.
Há momentos em que uma pessoa assume um papel de liderança em determinada situação e há momentos em que essa mesma pessoa tenderá a seguir outras. Esse comportamento, essencialmente humano, mostra que há um fenômeno como o da liderança situacional, que surge em função de determinadas situações de trabalho, que é pouco analisado por cursos que buscam “formatar” líderes. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista com a Professora Adriana Gomes.
Mudanças de carreira radicais explicam-se, em parte, em função do fato de que as pessoas estão menos dispostas a aceitar frustrações nos dias de hoje. Nesse sentido, acredita Adriana, esse tipo de atitude está relacionada às novas formas de identidade que a sociedade da informação vem difundindo. Veja no vídeo abaixo mais um trecho da entrevista. Este é o tema que ela debate em seu livro “Mudança de carreira e transformação da identidade”, resultado de uma pesquisa para mestrado.
Os jovens que chegam ao mercado de trabalho e que compõem a chamada Geração Y têm um modo diferente de ver o mundo: tudo tem que ser rápido, as respostas têm que ser rápidas, daí porque essas pessoas têm expectativas de rápida ascensão de carreira, o que é algo que, de modo geral, não se configura, o que pode levar a frustrações.
É alto o índice de abandono de cursos universitários, inclusive em universidades públicas (gratuitas). Segundo Adriana Gomes, isso se deve a vários fatores. Embora exista muita informação, as pessoas sabem cada vez menos sobre os cursos no mercado. Há ainda uma grande procura pelos cursos mais tradicionais como Direito, Medicina, Engenharia, em função do fato de que as escolas não informam adequadamente sobre os cursos novos e as famílias ainda acreditam que os cursos tradicionais são os mais seguros em relação a segurança e estabilidade profissional. Veja mais um trecho da entrevista no vídeo abaixo.
Autoconhecimento é cada vez mais importante para os profissionais que buscam carreiras de sucesso. As pessoas raramente param para refletir sobre si mesmas e não sabem o que faz sentido para si próprias não só no trabalho, mas na vida. Muitas se deixam levar por opiniões de terceiros, mas desconhecem seus próprios desejos e valores. Veja no vídeo abaixo a opinião da Professora Adriana Gomes sobre o assunto.
Atividades como o mentoring, por exemplo, integradas à cultura japonesa, são pouco utilizadas em países como Estados Unidos e Brasil, que não valorizam os profissionais mais velhos. Esta prática ajudaria em processos de autoconhecimento, levando os jovens a encontrar um caminho nas empresas. Esse tipo de atividade, praticada em empresas como Toyota, por exemplo, podem explicar a ascensão dessas companhias no mundo. Veja no vídeo a seguir o trecho final da entrevista com a Professora Adriana Gomes ao Educa Blog.
20 jan
Posted by Comunicação as Criatividade, ESPM, Inovação, Paulo Benetti | 0 Comments
Costuma-se dizer que as universidades no Brasil formam pessoas para trabalhar como empregados de empresas ou funcionários públicos, deixando o estímulo ao empreendedorismo para outros e isso, infelizmente, é verdade. Mas como avaliar esses cursos que oferecem conhecimentos voltados para o empreendedorismo como criatividade, inovação, atitude?
A melhor dica possível é você conhecer quem vai dar o curso. Um bom exemplo é este curso rápido, promovido pela ESPM em São Paulo, que vai ser ministrado pelo professor Paulo Benetti, um dos mais importantes consultores de inovação e criatividade do Brasil, que dá mais palestras e seminários no exterior do que aqui.
Benetti costuma afirmar que a fluidez, flexibilidade, originalidade, liberdade, sensibilidade e elaboração na geração de ideias são características fundamentais das pessoas criativas e inovadoras. O reconhecimento destas características permitirá aos profissionais evoluir nesses aspectos. Isso é alarmante porque constatamos, de modo geral, que as empresas e o serviço público brasileiros são, de modo geral, o oposto disso, limitando as possibilidades de inovação.
Saiba mais sobre o curso que está sendo oferecido pela ESPM aqui. As aulas começam dia 12/02. Avalie melhor o curso vendo o vídeo abaixo, com um trecho de entrevista realizada pela e-Press com Benetti para o Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH 2009). Se você não consegue ver o vídeo é porque a rede de onde você acessa este conteúdo bloqueia o Youtube, o que termina confirmando o que diz Benetti sobre como a falta de liberdade nas empresas compromete a busca do conhecimento e da inovação. Tente ver de sua casa ou de uma lan house.
05 jan
Posted by Comunicação as Unicamp, Vestibular | 0 Comments
A Universidade Estadual de Campinas divulgou as notas dos candidatos na primeira fase do vestibular 2010. Os vestibulandos podem conferir suas notas (total e nota obtida em cada questão e também na redação) no site da Unicamp, inserindo o seu número de inscrição e senha.
A segunda fase do vestibular acontece nos dias 10 e 13 de janeiro. As provas de aptidão estão agendadas para os dias 18 e 21 e a lista de aprovados deverá ser divulgada no dia 9 de fevereiro.
A Comvest (Comissão Permanente para Vestibulares da Unicamp) pede para que os candidatos fiquem alerta aos locais de prova. Os estudantes que fizeram as provas da primeira frase em Sumaré e Valinhos farão a segunda fase em Campinas; já os que fizeram as provas em São Bernardo do Campo farão a segunda fase em Santo André.
15 dez
Posted by Comunicação as Educação, Educação Executiva, Formação, Qualificação | 0 Comments
O baixo índice de qualificação dos trabalhadores brasileiros, resultado dos precários investimentos governamentais em educação ao longo de décadas, levou as empresas a investirem em ações educacionais, visando preparar e qualificar melhor os empregados. Neste vídeo, Leyla Nascimento, Presidente da ABRH-RJ, que assume a ABRH-Nacional em janeiro, explica as conclusões do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas de 2009, evidenciando a enorme preocupação das empresas com a qualificação de pessoal.
Essa informação é importante porque mostra que você pode tentar negociar com a área de RH de sua empresa um ajuda para se aprimorar em cursos de graduação, pós-graduação ou especialização. Pense nisso! Buscar essa ajuda pode viabilizar o curso de seu interesse e mostrar à empresa que você está interessado em crescer. Por outro lado, se a empresa não estiver disposta a ajudar, você já terá um claro sinal sobre suas chances de futuro nessa organização.
15 dez
Posted by Comunicação as ECA, Educação, Educação Executiva, Formação, Profissão, Qualificação | 0 Comments
Muitas pessoas pensam o curso profissional ideal para um momento profissional e para uma determinada empresa. Mas passados alguns anos descobrem que a empresa fechou, as demitiu ou colocou um estagiário mal remunerado em seus lugares. Nessa questão é fundamental que você pense a longo prazo e, principalmente, em você e não na empresa onde você atua. É claro que pode haver, sempre, um equilíbrio de interesses, mas nessa decisão deve pesar, preferencialmente, o que você planeja para seu futuro. Aliás, você tem planos para o futuro? É importante tê-los.
Veja no vídeo abaixo um depoimento da aluna Patrícia Lanzone, que concluiu uma especialização em Gestão da Comunicação, na ECA-USP. Neste depoimento ela evidencia que embora tenha começado o curso pensando na sua atuação na empresa, ela chegou ao fim descobrindo que o curso foi fundamental para ela, enquanto pessoa, ser humano e indivíduo. Pense nisso na hora de escolher um curso profissional.
15 dez
Posted by Comunicação as EAESP, Educação, Educação Executiva, FGV, Formação, Maria Tereza Fleury, Mensalidade, Qualificação | 0 Comments
Mas quem banca o curso profissional do empregado: as empresas ou o próprio interessado? Também aqui aconteceram mudanças importantes. Segundo a Professora Fleury, cursos fechados, os chamados “in company”, são geralmente financiados pelas empresas, que definem os conteúdos a serem ministrados. Já os cursos que os próprios profissionais escolhem, estes são pagos pelos próprios executivos ou interessados. Isso mostra que as empresas estão dirigindo muito mais os investimentos nessa área, evitando que seus profissionais decidam o que querem estudar às suas custas. Veja no vídeo abaixo uma análise da Professora Fleury sobre este tema.
Implicações – Essa constatação tem implicações importantes para as pessoas que trabalham. As empresas querem preparar as pessoas em determinadas habilidades e competências, determinando cursos que, algumas vezes, podem não ter a ver com o seu perfil individual. Lembre-se de que a ideia de que vamos trabalhar em uma empresa o resto de nossas vidas é falsa, de modo que seria ideal você decidir o que quer estudar e não a empresa onde você atua.
15 dez
Posted by Comunicação as EAESP, Educação, Educação Executiva, FGV, Formação, Maria Tereza Fleury, Profissão, Qualificação | 0 Comments
As mudanças econômicas vivenciadas pelo Brasil a partir dos anos 90, com a abertura de mercados, levou a um “boom” da educação executiva no país. A análise é de Maria Tereza Fleury, Diretora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. “As empresas precisavam de novos gestores para atender as mudanças no contexto produtivo, o que elevou a demanda por formação e educação executiva”, assinala. Segundo Fleury, as mudanças na economia provocaram um aumento da competitividade entre as empresas, o que tornou necessária uma melhor preparação do executivos. Veja no vídeo abaixo um trecho da entrevista com a Professora Fleury, que participou do CONARH 2009.
Você está preparado? – Para você, que busca um curso profissional, essa avaliação é muito importante, porque mostra que as empresas, de modo geral, buscam pessoas mais qualificadas, mais preparadas, mais antenadas com as mudanças sociais, econômicas e políticas que experimentamos hoje. Se você tinha dúvidas sobre a importância de um curso profissional, a avaliação da Professora Fleury mostra que ter uma graduação, um curso técnico, uma especialização ou até mesmo um mestrado e doutorado são garantias importantes de empregabilidade.
Quase 1,5 milhões das vagas disponíveis para o ensino superior não foram preenchidas de acordo com reportagem veiculada no jornal Folha de São Paulo no último dia 27 de novembro.
A matéria afirma que entre os anos de 2007 e 2008 o aumento das vagas ociosas foi de 10%, porcentagem que apesar de alta é menor do que a registrada no período anterior, de 13%. Dentre as vagas não preenchidas, 98% correspondem a instituições privadas.
Os dados foram retirados do Censo de Educação Superior, divulgado pelo MEC (Ministério da Educação). De acordo com o relatório, é necessário analisar as razões para o número tão significativo de vagas desocupadas, uma vez que a oferta deve refletir a procura de por cursos de graduação.
O censo também divulgou dados relativos à conclusão dos cursos. Entre as universidades particulares 55% dos estudantes conseguiram se formar. Nas instituições públicas o índice aumenta para 65% e 67% na rede federal.
19 out
Posted by Comunicação as Educa Blog, Educação, Formação, Profissão, Qualificação | 0 Comments
O Brasil tem apenas 16% de sua população economicamente ativa com alguma qualificação profissional. O impacto dessa baixa qualificação se reflete não apenas nos baixos salários que as pessoas alcançam, mas na qualidade dos produtos e serviços que as empresas e organizações desenvolvem. Este blog, produzido pela e-Press Comunicação em parceria com outras instituições, tem por objetivo difundir informações sobre educação profissional, de modo a ajudar as pessoas a fazerem opções por cursos, escolas, faculdades e universidades.
A ideia é explicar com um grau de detalhe mais significativo o que são, como funcionam e qual a qualificação de cursos que preparam as pessoas para uma vida profissional, sejam cursos técnicos ou universitários, de longa ou curta duração.